quarta-feira, 25 de abril de 2012


DIA DO CONTABILISTA - 25 de Abril

Data comemorativa ao Dia do Contabilista, dia 25 de Abril, aquele que assessora e trabalha em consultoria junto a seus clientes, demonstrando em ações e fatos que participa intrinsecamente da GESTÃO EMPRESARIAL, utilizando todo o seu conhecimento técnico, suas qualificações e competências, para que no patrimônio empresarial os custos operacionais, tributários, trabalhistas, vendas, direto, indireto, variável, fixo, tenham o menor impacto, e que o planejamento de vendas, receitas, faturamento, á vista, á prazo, tenham o maior impacto e que todos estejam em perfeita sintonia com o PLANEJAMENTO EMPRESARIAL e em obediências aos preceitos legais, técnicos, éticos, com responsabilidade social, responsabilidade ambiental.

Nessa seara de atividades o profissional utiliza um SISTEMA INTEGADO composto de informações fiscais, do setor de pessoal, da contabilidade fiscal, gerencial, com controle do ativo imobilizado e controle de custos e despesas, resultando em relatórios que são avaliados, analisados, conciliados para servir de informação útil a alta administração.

As Demonstrações Financeiras e/ou Contábeis, como desejam alguns, que devem retratar com veracidade os fatos inseridos na contabilidade, mas sejam sempre úteis para a alta administração.

Se houver uma mudança de postura do profissional de contabilidade do futuro com o devido apoio das classes representativas, buscando ajudar na sua qualificação e capacitação não tenho dúvida qual será o profissional do futuro, mas acredito que temos um longo caminho a seguir.

O fator, honorários deve ser entendido como uma remuneração por serviços prestados por profissional qualificado e capacitado, que tenha perfeita sintonia com a GESTÃO EMPRESARIAL, junto ao seu PLANEJAMENTO EMPRESARIAL.

Os avanços tecnológicos implementados pelos órgãos fiscalizatórios, demonstram a necessidade de um PROFISSIONAL DIFERENCIADO que tenha conhecimento do mercado, da CONTABILIDADE, da legislação, de controle interno, de tecnologia, da globalização, da cultura que envolve suas relações.

PARABÉNS ao profissional de contabilidade do futuro, neste dia 25 de Abril, mas é bom lembrar que sua QUALIFICAÇÃO e CAPACITAÇÃO, devem ser sempre alimentadas.
Que seu Balanço Profissional retrate positivamente os lucros advindo de sua Demonstração de Resultado de sua atividade laboral, alimentando financeiramente o Fluxo de Caixa de suas competências, é o que desejam todos que fazem a:
“IRMÃOS  EMPREENDIMENTOS  CONTÁBEIS  S/C  LTDA”

Autor: Elenito Elias da Costa
Contato: elenitoeliasdacosta@globo.com
Contador; Auditor; Analista Econômico Financeiro; Consultor de Cursos do CDL/SEBRAE; Professor Universitário; Professor Avaliador do MEC/INEP do Curso de Ciências Contábeis.

quarta-feira, 18 de abril de 2012


18 DE ABRIL

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL
MONTEIRO LOBATO

"Um país se faz com homens e livros"
(Monteiro Lobato)


José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o "Cenáculo" e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, cujo título era o mesmo daquela república de estudantes.
Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Viveu um tempo como fazendeiro e foi editor de sucesso. Mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.
No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimentos e ideias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.
Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.
E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. Só restou uma alternativa a Lobato: pedir a autofalência, apresentada em julho de 1925. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.
Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros, entre eles traduções de Hans Staden e Jean de Léry, viajantes europeus que andaram pelo Brasil no século XVI. Lobato recobrou o antigo prestígio, reimprimindo na empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.
Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.
Partiu para a Argentina, após se associar à Brasiliense e editar suas "Obras Completas", com mais de dez mil páginas, em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947 para encontrar o país às voltas com situações conflituosas do governo Dutra. Indignado, escreveu "Zé Brasil".
No livro, o velho "Jeca Tatu", preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta. Porém, seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte. 
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade, 
deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.
fonte:  Pesquisa no site www.lobato.com.br

terça-feira, 17 de abril de 2012


Apesar da aprovação do aborto de crianças anencéfalas sancionada pelo Supremo Tribunal Federal, a Consagrada na Comunidade de Aliança Shalom, Ana Cecília Araújo, que em 2000 deu à luz a uma criança com esta enfermidade, ofereceu nesta quinta-feira, 11, um testemunho no qual afirma que a vida sempre vale a pena. A sua filha Maria Tereza foi diagnosticada com a doença ainda no inicio da gestação e viveu 103 dias. Segundo Ana Cecilia, o aborto nunca foi uma opção e afirmou sobre a pequena: “apesar de sua limitação, sua vida anunciava e denunciava que a vida vale a pena ser vivida em sua plenitude”.
“Amei-a com todas as minhas forças, tão profundamente que não tenho palavras para expressar. Amei-a como ela era, não querendo que fosse outra pessoa, mas ela, o ser dela, a alma dela, o corpo dela”, conta a mãe em seu testemunho enviado à redação de ACI Digital. 
O caso de Maria Tereza foi considerado altamente grave pelos médicos e, por isso, a criança recebeu o sacramento do batismo imediatamente após o nascimento. Mas, para a surpresa da equipe médica, o bebê reagiu bem aos primeiros dias de internação e com apenas 20 dias recebeu alta do hospital. Ao contrário do argumento de grupos abortistas, Ana Cecília diz que teve uma gravidez tranquila. 
“Enquanto muitos médicos recomendam o aborto para esse caso, minha médica, Dra. Francy Emília Moura, honrou sua profissão, zelando pela vida. Acolheu-nos, fazendo tudo para que a gravidez fosse a mais tranqüila possível. E assim aconteceu!”, recorda Ana Cecília, que já era mãe de outros 3 filhos quando nasceu Maria Tereza: Ana Karine, Felipe José e Maria Clara. 
Nos dias em que o Supremo Tribunal Federal votava o recurso de lei que legalizou o aborto dos bebês diagnosticados com anencefalia, Ana Cecília afirmou que era capaz de sentir a luta da filha pela vida: “Esta criança quer viver, ela vai viver”. Maria Tereza não desistiu de sua existência (...). Deus realizou algo tão profundo dentro dela que, apesar de sua limitação, sua vida anunciava e denunciava que a vida vale a pena ser vivida em sua plenitude, mesmo que as maiores e mais sinceras justificativas digam que não”.
“Quem somos nós para arbitrar no sagrado dom da existência?”, questionou a mãe que viveu os treze meses de vida da sua pequena como um dom de Deus pelo qual ela agradece. 
“Obrigada, Senhor, por a haveres criado! Só alegria brotava dentro do meu coração! Um mistério de amor!”, expressou. 
Ana Cecília e seu esposo são do Ceará, no nordeste do Brasil. No seu testemunho ela também afirma no que lembra que encontrou em Deus o sentido para lutar pela vida de sua filha: “Minha dor lentamente se convertia em oferta de amor por todos os homens, pela minha família, pela minha comunidade, por todos que, doando suas vidas, me formaram na vocação Shalom, sendo exemplo de fé e esperança no Deus Vivo.”
“Um dia me perguntava por que Jesus passou ainda quarenta dias com os seus, após sua ressurreição. E, olhando para minha filha, pude compreender que aqueles a quem Jesus amava precisavam experimentar concretamente o poder da ressurreição, a graça do amor gratuito, assim como eu experimentei nos dias em que Maria Tereza passou entre nós”, conta.
“Sinceramente, agradeço a todos que rezaram por nós e foram presença da misericórdia do Deus Justo. Avancemos livremente no amor, pois só ele permanece! (...) Tereza foi concebida na Quaresma, nasceu no Advento e foi para o Pai na Quaresma do ano seguinte. Um ano de bênçãos vivemos ao seu lado. Hoje somos uma família mais feliz, fomos tocamos pela dor e pelo amor”, resume Ana Cecília Araújo

Fonte: Acidigital  
www.gospamira.com.br 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dia do Hino Nacional Brasileiro


No dia 13 de abril comemora-se o dia da criação do Hino Nacional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865), recebendo inicialmente o nome de “Marcha Triunfa”.
Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra o governo de Portugal, buscando sua independência diante desse país.
Dom Pedro I apresentava dúvidas em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pressões da corte portuguesa.
Em meio a esses problemas, as tentativas de compor uma letra para o hino não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e ressentimentos aos portugueses ou com excessos de lisonjeios ao soberano rei de Portugal.
A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desacato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831.
Dentre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país.
Em 1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fonseca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva. A letra atual só foi oficializada em primeiro de setembro de 1971, na presidência de Epitácio Pessoa, através da Lei 5.700, sendo publicado no Diário Oficial do dia seguinte.
O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, deve ser executado nas aberturas das festividades cívicas, patrióticas, escolares, esportivas internacionais, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 10 de abril de 2012

Certezas incertas


As palavras gritam dentro de mim. Escrever sobre o quê?
Falar de que assunto? São tantas as formas, os meios, circunstâncias, enfim... 
Mas, como começar?!?
Às vezes, sinto-me, como diz os antigos,  dentro  de  um "balai de gatos", mergulhados em  pensamentos.  E   sem   saber deveras o que fazer, acabo então por dar gargalhadas de mim mesma!  Certo é que, a qualquer momento, as   palavras   vão, mas, logo voltam!


 (Gracinha)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Ressuscitou, Aleluia! Cristo vive, Aleluia!

Na manhã daquele dia, ainda de madrugada, Maria Madalena foi ao túmulo onde colocaram o corpo sem vida do Cristo. Ele não estava lá. Ressuscitou, Aleluia!!!
Meu coração está em festa! É Páscoa! Fui conduzida pelo Espírito Santo à Capela de minha Comunidade, Nossa Senhora de Lourdes, fiz como Maria Madalena, queria ver o meu Senhor, meu "Raboni". E para  minha maior felicidade, Ele sempre está lá, Vivo, presente na Santa Comunhão. Escondido sobre o véu do Sacrário. Ao chegar, saúdo o Santo dos Santos, e após breve momento de adoração contemplativa, inicio meu diálogo com Ele. Tomo como base a pessoa de Santa Faustina, que adorava o Senhor da vida, e tinha uma intimidade, "invejável", com sua inefável Misericórdia.  Sagrados minutos foram aqueles que estive na companhia do Ressuscitado. Nada se compara a tamanha magnitude. É tão sublime o Santíssimo Sacramento, que ao visitá-lo, o coração nada mais deseja ou anseia. Quisera eu, e assim é meu dever, esforçar-me cada vez mais, para que, em todos dias de minha tão frágil existência,  fazer-me presente,  neste, Augusto Lugar.                 
     Por tanto, movida, pelo exemplo do salmista, posso então proclamar:  
 " A minh´alma tem sede de Deus, do Deus vivo..." (Salmo 42)

(Gracinha Souza Mendes ) 
( Confesso que sobrevivo a sombra do Ressuscitado!)